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terça-feira, 12 de abril de 2016

A TROPA

Duração: 90 minutos Classificação: 14 anos Gêneros: Comédia / Drama
Temporada: 
De 09/03/2016 Até 01/05/2016
Sinopse:

Um pai doente recebe a visita dos quatros filhos no hospital. O que seria apenas um encontro em função de um parente debilitado se revela um acerto de contas familiar, permeado de humor e afeto, tendo como pano de fundo a história brasileira, dos tempos da ditadura militar à Operação Lavo Jato. Vencedora da etapa carioca da 7ª edição do concurso de dramaturgia Seleção Brasil em Cena, a peça A tropa, do autor Gustavo Pinheiro, estreia no dia 10 de março no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Com direção de Cesar Augusto, a peça é protagonizada por Otávio Augusto, no papel do patriarca. O Seleção Brasil em Cena é patrocinado pelo Banco do Brasil.

Ao longo de cinquenta anos de carreira, Otávio Augusto já trabalhou em dezenas de filmes, novelas, minisséries e peças teatrais. Longe do teatro desde 2009, quando encenou Rock’n Roll, de Tom Stoppard, o ator ficou entusiasmado com a ideia de voltar aos palcos após ler A tropa. Ele recebeu o texto do autor com um convite para protagonizar a montagem no papel de um ex-militar, viúvo e pai de quatro filhos. Um homem autoritário que, no leito de hospital, vê as relações veladas da família serem descortinadas.

Os filhos são interpretados por Alexandre Menezes, Daniel Marano, Edu Fernandes e Rafael Morpanini. O embate familiar evidencia a trajetória de cada um: Humberto é um dentista militar aposentado que mora com o pai; João Batista é o caçula, jovem usuário de drogas com passagens por clínicas de reabilitação; Artur é um empresário casado, pai de duas filhas, que trabalha numa empreiteira que está sob investigação por corrupção; e Ernesto é um jornalista que acaba de pedir demissão de um jornal e está em crise com a profissão.  

Embora tenha sido escrito no ano passado, o texto já vinha, de certa forma, sendo maturado desde 2014, a partir das observações do dramaturgo sobre as últimas eleições presidenciais no país. “Fiquei impressionado com a capacidade do debate político abalar amizades nas redes sociais ou fora delas. Qual o lugar da tolerância na nossa sociedade hoje? E como exercitar a tolerância e a diferença em família, o núcleo mais estreito de convívio, regido pelo afeto? Esse foi o ponto de largada para A tropa”, explica o autor.  A premissa é transposta para o quarto de hospital onde os personagens estão confinados, no qual são expostas outras enfermidades – ideológicas, sociais e familiares.

No teatro III do CCBB, a arquibancada da plateia será dividida em duas. As cadeiras serão posicionadas frente a frente como fosse um espelho, para que o público possa se ver no decorrer da trama. Criado por Bia Junqueira, o cenário entre as duas plateias apresenta um quarto de hospital com alguns poucos objetos que foram levados pelos filhos – de pertences do pai a presentes. Os figurinos de Ticiana Passos são contemporâneos e ressaltam as particularidades de cada um.  

O texto A tropafoi uma das três obras selecionadas entre as 265 inscritas na 7ª edição do Seleção Brasil em Cena. As peças Princípios transgredíveis para amores precáriose Um caminho para Sara, ambas de Thales Paradela, foram premiadas com temporadas nas unidades do CCBB de Belo Horizonte e Brasília, respectivamente. As peças vencedoras foram escolhidas pelo público entre as doze finalistas que participaram do ciclo de leituras dramatizadas com atores de escolas de teatro de cada cidade, sob a condução de diretores da cena contemporânea. No Rio, A tropa ficou a cargo de Cesar Augusto. Recém-formados pelas escolas CAL e Martins Pena, os atores que integram o elenco fizeram parte das leituras.

Sobre o Seleção Brasil em Cena – O concurso nacional de dramaturgia patrocinado pelo Banco do Brasil foi criado em 2006. Em sete edições, o projeto já recebeu mais de 1.650 textos inéditos de autores de todo o Brasil e mais de 300 atores indicados por escolas de teatro participaram das leituras dramatizadas e encenações.Idealizado pelo produtor Sérgio Saboya, o Seleção Brasil em Cena tem como objetivo fomentar a criação de obras inéditas de novos dramaturgos.

Realizada em 2015, a 7ª edição do concurso recebeu 265 textos de 13 estados e do Distrito Federal.  Deste total, foram selecionados 12 finalistas que participaram do ciclo de leituras dramatizadas em três unidades do CCBB: Rio, Belo Horizonte e Brasília. Além do texto A tropa, as obras Princípios transgredíveis para amores precários, e Um caminho para Sara, ambos de Thales Paradela, foram premiados com montagens no CCBB da capital mineira e de Brasília, respectivamente.

Sobre o autor – Formado em Jornalismo, Gustavo Pinheiro trabalhou como repórter e assessor de imprensa. Foi um dos dez roteiristas selecionados pela Columbia University (NYC) para o curso TV Writing. Participou do programa Grandes Minorias – Novos dramaturgos para pensar o Brasil, coordenado por Marcia Zanelatto.


Ficha Técnica:
Texto:Gustavo Pinheiro                
Direção:Cesar Augusto
Assistente de direção:Raquel André                                                                
Elenco:Otávio Augusto (Pai), Alexandre Menezes (Humberto), Daniel Marano (João Batista), Edu Fernandes (Artur) e Rafael Morpanini (Ernesto)
Produção local:João Eizô
Preparação corporal:Raquel André
Preparação vocal:Breno Motta
Cenografia:Bia Junqueira             
Iluminação:Adriana Ortiz
Vídeo-registro:Diogo Fujimura
Figurinos:Ticiana Passos
Trilha Sonora:Cesar Augusto e Rodrigo Marçal
Fotos:Elisa Mendes
Escolas de Teatro Participantes: CAL-Casa das Artes de Laranjeiras, UNIRIO, Nós do Morro, Universidade Candido Mendes, Escola de Teatro Martins Penna

Ficha Técnica - Projeto Seleção Brasil em Cena:
Patrocínio:Banco do Brasil
Realização:Centro Cultural Banco do Brasil
Produção: Associação Cena Brasil Internacional
Diretor de produção:Sergio Saboya
Coordenação Nacional:Carlos Chapéu
Comissão de seleção de textos: Beatriz Radunsky, Felipe Vidal, João Coelho, Luciana Eastwood Romagnolli, Sérgio Coelho Pinheiro, Sergio Fonta, Shala Felippi, Sergio          Maggio e Soraya Belusi
Website: José Dantas e Thiago Souza      
Textos finalistas: A tropa(Gustavo Pinheiro), Algum lugar onde nunca estive (Bernardo Florim), Com as mãos vazias (Edih Longo),Elas (João Rodrigo Ostrower), Maioridade (Flávio Goldman),Mandíbula (Roberval Tamanho), Na real (Rogério Corrêa), Obra do acaso (Flavio Freitas), Princípios transgredíveis para amores precários (Thales Paradela), Projeto Stockton (Carol Rainatto), Sobre cordeiros, navalhas e dentes-de-leão (André Luis Silva) e Um caminho para Sara (Thales Paradela)
Equipe de produção: Alex Nunes, Maria Albergaria e Nathália Mascitelli.

Dias, horários e valores: 
Quarta às 19:30 - R$ 10,00 (Valor inteira) 
Quinta às 19:30 - R$ 10,00 (Valor inteira) 
Sexta às 19:30 - R$ 10,00 (Valor inteira) 
Sábado às 19:30 - R$ 10,00 (Valor inteira) 
Domingo às 19:30 - R$ 10,00 (Valor inteira)

CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: R. Primeiro de Março, 66 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20010-000
Telefone:(21) 3808-2020


OS PIRATINHAS E O RAPTO DA PRINCESA

Duração: 60 Minutos Classificação: Livre Gênero: Infantil
Temporada: 
De 05/03/2016 Até 30/10/2016
Sinopse:

O texto é a história de uma princesa que esta indo com o pai para as Índias e no meio do caminho são abordados por piratas. A responsabilidade de tomar conta da princesa é dada ao marujo Pedro e estes acabam ficando amigos e Pedro passa a ajudar a princesa e seu pai a se livrarem dos maldosos piratas.

O autor
Os Piratinhas e o Rapto da Princesa é a sétima peça infantil de Dinho Valladares, entre elas temos sucessos como A BAILARINA ROSA E O SOLDADINHO AZUL (indicada como uma das três melhores do Brasil do ano de 2007  pela Revista Crescer),  A FESTA NO CÉU (três anos em cartaz no Rio de Janeiro com casas lotadas) e ANITA, A MENINA E O CIRCO (um ano em cartaz com viagens por todo o interior do estado do Rio de Janeiro) . Dinho Valladares é Diretor Artístico da Cia. de Teatro Contemporâneo que tem em sua Sede um trabalho continuado em teatro infantil, sempre com o compromisso com a qualidade e a contemporaneidade.  Como formação tem Pós-Graduação em Teatro Musicado-Arthur Azevedo, e Mestrado em Teatro todos dois pela UNIRIO. Como Diretor montou mais de 30 peças e também a Cia de Teatro Contemporâneo, a qual dirige até hoje. Como autor já escreveu 15 peças sendo que 13 já foram a cena. Como ator participou de mais de trinta peças entre as quais se destacam “Jango, uma Tragédya”, de Glauber Rocha e “Uma Rosa para Hitler” de Roberto Vignati com Francisco Milani e Rubens de Falco. Como professor de teatro já deu aula no O Tablado, na Universidade Federal Fluminense (curso de Produção Cultural), além de lecionar pelo décimo ano seguido dentro de um núcleo da Cia. de Teatro Contemporâneo. É também o Coordenador dos cursos dentro da Sede da Cia. Já administrou o Mercado São José das Artes, além de ser um dos organizadores na internet do Fórum Virtual de Teatro Brasileiro.

A Cia.
A Companhia de Teatro Contemporâneo busca através de suas montagens discutir a realidade atual, seus problemas e virtudes, visando transformá-la e contribuir para um mundo melhor.
Começou a desenvolver seus trabalhos com a adaptação de "Adorável Hamlet" que teve sua estreia no Teatro Nelson Rodrigues. Para dar continuidade ao projeto “Shakesperiano” realizou também: "Adoráveis Romeu e Julieta" e "Adorável Ricardo III".
Em abril de 2004 comprou e reformou um casarão localizado na Rua Conde de Irajá, nº 253, em Botafogo, para ser a Sede da Cia, onde funcionam dois teatros e acontecem aulas de teatro, canto e demais atividades artísticas.
Desde então passou a montar textos de consagrados autores nacionais como: “Boca de Ouro” de Nelson Rodrigues, em 2004, “ Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, em 2006 entre outras.
Em 2009, recebeu da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, o titulo de UTILIDADE PÚBLICA, que reconheceu os trabalhos da Cia. de Teatro Contemporâneo para o desenvolvimento cultural da cidade do Rio de Janeiro.

Ficha técnica:
Texto de  Dinho Valladares
Direção de Dinho Valladares
Coreografias de Aline Bourseau
Figurinos de Luiza Valente
Produção : Cia de Teatro Contemporâneo

Elenco.:
Andrea Alvez
Bruno Gaspar
Bruno Oliveira
Eric Polly
Lucas Lobato

Dias, horários e valores: 
Sábado às 17:00 - R$ 40,00 (Valor inteira)  
Domingo às 17:00 - R$ 40,00 (Valor inteira) 

A SEDE DAS CIAS

Rua Manoel Carneiro, 12 - Ladeira do Selarón - Lapa - Rio de Janeiro. 
Tel: 021 2137-1271
E-mail para contato, inscrições em oficinas e envio de material e projetos para pautas: sededascias@nevaxca.com.br   





O QUE RESTOU DO SAGRADO

Duração: 50 minutos Classificação: 16 anos Gênero: Drama
Temporada: 
De 12/04/2016 Até 12/05/2016


Sinopse:
A salvação da raça humana depende de sete indivíduos descrentes confinados em uma igreja. Eles precisam confessar seus piores pecados, arrependerem-se e pedirem perdão. Como convencê-los a fazer isso? E, mais difícil, como conseguir seus arrependimentos sinceros?

Primeiro trabalho em conjunto do Grupo Fragmento e Tartufaria de Atores, “O que Restou do Sagrado”, no Castelinho do Flamengo com sessões gratuitas.

* Distribuição de senhas a partir das 20h.

Escrito por Mário Bortolloto, em 2004, o espetáculo é composto por 7 personagens que questionam o caráter de Deus e o poder divino do perdão. É um "Entre Quatro Paredes" em rotação acelerada. Como na fábula de Jean-Paul Sartre, pessoas que não se conhecem são confinadas em um espaço para se torturarem mutuamente com confissões terríveis. O texto jorra como um vômito, o ritmo e o tom dos atores têm a urgência do punk- rock. Trata-se de salvar a humanidade através do arrependimento.

Mas para isso é preciso antes provar a existência de Deus. Partindo da frase de Santo Agostinho: "Deus permitiu o mal para dele extrair o bem", Bortolotto trata da maldade do mundo e da ausência de intervenção divina como pedagogia de Deus.

Em "O que Restou do Sagrado" encontramos a possibilidade de fazer um teatro que questiona e modifica, na medida em que trata de um tema que interessa a todos de uma forma abrangente e única. O texto mostra a relação entre Deus e o homem, além de investigar sua existência. Confinados numa igreja, todos têm até o clarear do dia para se arrepender e salvar o mundo lá fora da fúria de Deus. Mas para isso precisam confessar seus piores pecados e arrepender-se genuinamente. Os personagens enfrentam seus próprios medos enquanto se acusam mutuamente.

“O que Restou do Sagrado” estreou, com o Grupo Fragmento e Tartufaria de Atores, em 2014 na Casa Hoffman (Festival de Curitiba) com grande sucesso de público e crítica, ganhando apresentação extra e ainda em 2014 participou do  FETUBA (MG).

Currículo - Grupo Fragmento
Formado em 2006, o primeiro trabalho do Grupo foi a montagem de “Fragmento.Ponto.Alma” com texto e direção de Nirley Lacerda e supervisão de Ole Erdmann e Fabiano de Freitas que teve pré-estreia no Festival de Curitiba em 2008 realizando 2 temporadas no Rio de Janeiro em 2011. Participou de festivais de esquetes, como: “FESTIATRO” e o “Elbe de Holanda” onde ganhou o prêmio de melhor cenário com a esquete “O Dia Feliz da Mais Forte”. Em 2009 realizou o clip “Efeitos Colaterais” da cantora ENNE. Em 2013 estreou o segundo trabalho com “A Prostituta Respeitosa” de Jean- Paul Sartre na Sede das Cias com direção de Nirley Lacerda e supervisão de Ivan Sugahara. Em parceria com a Tartufaria de Atores, estreou "O que restou do Sagrado" de Mário Bortolotto, com direção de Nirley Lacerda. Em 2014, “A Prostituta Respeitosa” se apresentou no Teatro Santa Rosa (Ribeirão Preto – SP) participando do TERRÁRIL FÉRTIL:6. Ainda em 2014 o Grupo Fragmento foi contemplado no edital NOVAS CENAS 2014 para montagem de “Paraíso Zona Sul” de Jô Billac. e em maio de 2015 estreou “Paraíso Zona Sul” na Sede das Cias.

Currículo - Tartufaria de Atores
Grupo formado em 2009 que vem desenvolvendo um trabalho experimental com peças brasileiras de autores como Mário Bortolotto em “O que Restou do Sagrado”, que estreou em 2014; Martins Penna em “O Terrível Capitão do Mato”, em novembro de 2011; e Marcio Américo em “O homem que Queria ser Rita Cadillac” que circula desde 2011 e já foi vista por mais de 10.000 pessoas e o mais recente “Será que a gente influencia o Caetano?” de Mário Bortolotto em cartaz no Norte Shopping no final de outubro.

Ficha Técnica:

Texto: Mário Bortolotto
Direção: Nirley Lacerda
Elenco: Ana Carolina Dessandre, Daniel Bouzas, Diogo de Andrade Medeiros, Fábio Guará, Elio de Oliveira, Lucas Tapioca, Nara Parolini e Monique Vaillé
Cenário: Diogo de Andrade Medeiros
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurino: Patrícia Muniz
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Direção de Produção: Monique Vaillé
Design: Elio de Oliveira
Realização: Grupo Fragmento e Tartufaria de Atores
Apoio: Casa da Glória 

Dias, horários e valores: 
Terça às 20:30 (Valor inteira)  
Quinta às 20:30 (Valor inteira) 

Castelinho do Flamengo - Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho
Praia do Flamengo, 158
Contato 
21 2205-0655


ESTAMIRA, BEIRA DO MUNDO

Duração: 60 min Classificação: 14 anos Gênero: Drama
Temporada: 
De 31/03/2016 Até 29/05/2016


Sinopse:
Uma catadora de lixo, doente mental crônica, com uma percepção do mundo surpreendente e devastadora. A peça não só é um documentário sobre Estamira, mas também um depoimento pessoal e artístico de Dani Barros, que reconheceu na história da personagem da vida real retratada no filme de Marcos Prado parte de sua experiência pessoal. O pano de fundo da história é o lixão, porta pela qual adentramos o universo de Estamira. Lá são encontradas cartas, memórias, histórias que não conseguimos jogar fora.


"Estamira - Na Beira do Mundo" Teaser  
FICHA TÉCNICA:
Ficha Técnica 
direção E Dramaturgia: Beatriz Sayad
Atuação, Dramaturgia E Idealização: Dani Barros
Trechos De: Ana Cristina Cesar, Antonin Artaud, Estamira Gomes De Souza, Manoel De Barros,  Michel Foucault E Nuno Ramos 
Luz: Tomás Ribas
Cenário: Aurora Dos Campos  
(Colaboração: Beatriz Sayad E Dani Barros )
Figurino: Juliana Nicolay
Direção Musical: Fabiano Krieger E Lucas Marcier
Design De Som :  Andrea Zeni
Assistente De Direção: Marina Provenzzano
Preparação De Ator: Georgette Fadel
Preparação Vocal: Luciana Oliveira (Fonoaudióloga)
Voz Do Fado: Soraya Ravenle
Preparador Vocal (Soraya): Felipe Abreu
Técnico, Operador De Luz E Som, Contra Regra: Sandro Lima
Técnico E Operador De Luz: Walace Furtado
Microfonista: Allan Moniz
Boneca Getúlio Damado   
Fotos: Barbara Copque E Felipe Araújo Lima
Projeto Gráfico: Cubículo
Assessoria De Imprensa: Luciana Medeiros
Edição De Vídeo: Antonio Baines
Assistente De Cenografia: Camila Cristina
Costureira: Cleide Moreira 
Colaborou Para Esta Criação: Ana Achcar 
Direção De Produção:  Verônica Prates
Produção: Quintal Produções
Gerente De Projetos Quintal: Maitê Medeiros
Assistente De Produção Quintal: Thiago Miyamoto
Coordenação Geral Do Projeto: Dani Barros  
Realização: Momoenddas Produções Artísticas

Dias, horários e valores: 
Quinta às 21:00 - R$ 50,00 (Valor inteira) 
Sexta às 21:00 - R$ 50,00 (Valor inteira) 
Sábado às 21:00 - R$ 70,00 (Valor inteira) 
Domingo às 19:00 - R$ 70,00 (Valor inteira)

TEATRO POEIRA

Rua S João Batista , 104 

Botafogo 
Telefone: (21) 2537-8053

segunda-feira, 11 de abril de 2016

BRIMAS


Gênero::Comédia  Classificação: 10 anos Duração: 70 minutos
Temporada: 
De 04/03/2016 Até 10/04/2016



Sinopse:
Duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.

"Muito feliz por ter embarcado nessa viagem, nesse projeto lindo e abençoado! Falamos dos imigrantes que deixam suas pátrias e cruzam o oceano em busca de uma nova pátria. Através do humor vamos falar dessas travessias.” Luiz Antônio Rocha

A peça teatral Brimas vivida pelas atrizes e autoras Beth Zalcman e Simone Kalil, estreou em novembro de 2015, recebendo indicação ao Prêmio Shell na categoria Melhor Texto. Reestreando em janeiro de 2016, recebeu a crítica de Rodrigo Monteiro “Brimas dá a 2016 um ótimo início de temporada teatral carioca.” Ele acertou na previsão. A aceitação e identidade com a plateia foi imediata, obtendo sucesso de público com sessões esgotadas.   

Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. Brimas é falar da possibilidade de encontros, de paz, independente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância.

“A força dessas matriarcas, nossas avós, representando tantos outros imigrantes, tantas outras avós, tantas outras mulheres. Essa peça fala do oriente médio e fala do Brasil. Na verdade, Brimas fala de tudo aquilo que diz respeito ao que há de mais humano em nós: o amor, a saudade, a família, a fé e a alegria.” Emociona-se Simone Kalil, atriz e autora.

“Um espetáculo resgatador de almas.” Assisti  a um espetáculo de essência, feito com a alma, pra quem gosta de ver ator em cena brincando de verdade. As estórias que Beth Zalcman e Simone Kalil contam em BRIMAS poderiam ser outras até, mas o que elas – as estórias e as atrizes - provocam no público faz com que cada um se lembre de quem realmente é. Risos, lágrimas e alterações de batimento cardíaco renovadores, cumprindo assim a principal utopia do teatro. Tornar as pessoas melhores. Simplicidade desconcertante, tanto que o diretor Luiz Antônio Rocha entendeu que não precisava mais do que criar boas condições para esse encontro com o público.” -  Júlio Adrião

"BRIMAS é uma pérola, um tesouro que está sendo revelado no Teatro. Nesse momento de intolerância religiosa no Brasil, e com a questão da imigração novamente em pauta, devido à guerra na Síria, e em outros países, a peça nos faz recordar, com emoção, que o que nos une é ainda maior do que o que nos separa. A amizade é uma realidade humana que nos faz sobreviver". - Clarice Niskier

Indicada ao Prêmio Shell de teatro por melhor texto, a montagem dirigida por Luiz Antônio Rocha é baseada em histórias reais de duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, que revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade das famílias e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.

Ester (Beth Zalcman) e Marion (Simone Kalil), uma judia e outra católica maronita são duas mulheres vindas do Egito e do Líbano respectivamente, que chegam ao Rio de Janeiro no início do século XX. Inspiradas em suas avós, as atrizes trazem para o palco lembranças familiares, que, mesmo sendo de religiões diferentes, são similares quando tangem o idioma, hábitos e costumes.

A plateia é recebida pelas Brimas assim que chega ao teatro. Elas servem quibes durante um velório e conversam com as pessoas. A comida acaba e as duas matriarcas se empenham em fazer mais tabuleiros de quibe. O público vai descobrindo a cultura do oriente médio e a coragem dessas matriarcas, amigas inseparáveis, apaixonadas pela vida.

A peça fala sobre o amor a terra em que se nasce, orgulho de pertencer à pátria brasileira que as acolheu como filhas,  a travessia, o ir sempre em frente, a esperança, a memória do que ficou para trás, a saudade e a expectativa da alegria de dias melhores. Esses ingredientes representam a saga de muitos imigrantes

"Brimas" - Teaser


Ficha Técnica:
Texto e atuação: Beth Zalcman e Simone Kalil
Direção: Luiz Antônio Rocha
Assistente de direção: Valéria Alencar
Cenário: Toninho Lôbo
Figurino: Claudia Goldbach
Programação visual: Davi Palmeira
Preparação de elenco: Beth Zalcman
Programação visual: Davi Palmeira
Assessoria de imprensa: Minas de ideias
Elaboração de projeto: Jenny Mezzencio
Produção executiva: Lívia Ataíde
Direção de produção: Beth Zalcman, Simone Kalil e Sandro Rabello
Realização: Mabruk Produções e Diga Sim Produções


Dias, horários e valores: 

Sexta às 21:30 - R$ 60,00 (Valor inteira)  
Sábado às 21:30 - R$ 70,00 (Valor inteira)  
Domingo às 20:00 - R$ 70,00 (Valor inteira) 

Contato: 
(21) 2267-7295

Teatro Fashion Mall








Estrada da Gávea, 899 LJ. 213 - São Conrado - Rio de Janeiro/RJ
(21) 2422-9800

sábado, 9 de abril de 2016

Revista do Teatro

Olá amigos.

Este blog será dedicado ao mundo do teatro.
Espetáculos, testes, atores, diretores, teatros e tudo que está envolvido ao nosso mundo.
Uma revista com informações diárias para os amantes dessa arte.

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