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terça-feira, 12 de abril de 2016

Grandes Nomes da Historia. "Antonin Artaud"

Antonin Artaud

Nome completo: Antoine Marie Joseph ArtaudData de nascimento: 4 de setembro de 1896Data de morte: 4 de março de 1948 (51 anos)Local de nascimento: Marselha, França.Ocupação: Encenador, Poeta, Dramaturgo, Ator e Modernismo.Movimento: SurrealismoObras e desaque: Le théâtre et son double

Vida de "Artaud"


Antoine Marie Joseph Artaud
, conhecido como Antonin Artaud (Marselha, 4 de setembro de 1896  Paris em 4 de março de 1948) foi um poeta, ator, escritor, dramaturgo, roteirista e diretor de teatro francês de aspirações anarquistas. Ligado fortemente ao surrealismo, foi expulso do movimento por ser contrário a filiação ao partido comunista. Sua obra O Teatro e seu Duplo é um dos principais escritos sobre a arte do teatro no século XX, referência de grandes diretores como Peter Brook, Jerzy Grotowski e Eugenio Barba. Seus restos mortais se encontram no Cimetiere de Marseille, França.



Zé Celso conta Artaud


Biografia e carreira
Em 1937, Antoine Artaud, devido a um incidente, é tido como louco. Internado em vários manicômios franceses, cujos tratamentos são hoje duvidosos, ele é transferido após seis anos para o hospital psiquiátrico de Rodez, onde permanece ainda três anos.
Em Rodez, Artaud estabelece com o Dr. Ferdière, médico-responsável do manicômio, uma intensa correspondência. Uma relação ambígua se estabelece entre os dois: o médico reconhece o valor do poeta e o incentiva a retomar a atividade literária mas, julgando a poesia e o comportamento de seu paciente muito delirante, ele o submete a tratamentos de eletrochoque que prejudicam sua memória, seu corpo e seu pensamento.
Existe aqui um afrontamento entre dois mundos, o da medicina e razão social e o do poeta cuja razão ultrapassa a lógica normal do “homem saudável”.
As cartas escritas de Rodez são para Artaud um recurso para não perder sua lucidez. Elas revelam um homem em terrível estado de sofrimento, nos falando de sua dor através de uma escritura mais íntima e mais espontânea. São os diálogos de um desesperado com seu médico e através dele com toda a sociedade.


"A Crueldade no Ator"


      “Não quero que ninguém ignore meus gritos de dor e quero que eles sejam ouvidos”.

Obras

Para Artaud, o teatro é o lugar privilegiado de uma germinação de formas que refazem o ato criador, formas capazes de dirigir ou derivar forças.Em 1935 Artaud conclui o "Teatro e seu Duplo" (Le Théâtre et son Double), um dos livros mais influentes do teatro deste século. Na sua obra ele expõe o grito, a respiração e o corpo do homem como lugar primordial do ato teatral, denuncia o teatro digestivo e rejeita a supremacia da palavra. Esse era o Teatro da Crueldade de Artaud, onde não haveria nenhuma distância entre ator e plateia, todos seriam atores e todos fariam parte do processo, ao mesmo tempo.Em Rodez, além de suas cartas (lettres au docteur Ferdière) ele elabora uma prática vocal, apurada dia a dia, associada à manifestações mágicas. A voz bate, cava, espeta, treme, a palavra toma uma dimensão material, ela é gesto e ato.Artaud volta a Paris em 1946, onde dois anos depois é encontrado morto em seu quarto no hospício do bairro de Ivry-sur-Seine. Neste período, além de uma importante produção literária ele desenha, prepara conferências e realiza a emissão radiofônica "Para acabar com o juízo de Deus" (Pour en finir avec le jugement de dieu), em que sua vontade expressiva se alia a um formalismo cuidadoso.Se nos anos 30 o teatro para Artaud é “o lugar onde se refaz a vida”, depois de Rodez ele é essencialmente o lugar onde se refaz o corpo. O “corpo sem órgãos” é o nome deste corpo refeito e reorganizado que uma vez libertado de seus automatismos se abre para “dançar ao inverso”.
“A questão que se coloca é de permitir que o teatro reencontre sua verdadeira linguagem, linguagem espacial, linguagem de gestos, de atitudes, de expressões e de mímica, linguagem de gritos e onomatopeias, linguagem sonora, em que todos os elementos objetivos se transformam em sinais, sejam visuais, sejam sonoros, mas que terão tanta importância intelectual e de significados sensíveis quanto a linguagem de palavras.
O seu trabalho ainda inclui, ensaios e roteiros de cinemapintura e literatura, diversas peças de teatro, inclusive uma ópera, notas e manifestos polêmicos sobre teatro, ensaios sobre o ritual do cacto mexicano peyote entre os índios Tarahumara (Les Tarahumaras), aparições como ator em dois grandes filmes e outros menores.
Artaud escreveu: "Não se trata de assassinar o público com preocupações cósmicas transcendentes. O fato de existirem chaves profundas do pensamento e da ação segundo as quais todo espetáculo é lido é coisa que não diz respeito ao espectador em geral, que não se interessa por isso. Mas de todo o modo é preciso que essas chaves estejam aí, e isso nos diz respeito" - em Teatro e seu duplo.
Considerava-se um poeta, mas não no sentido usual, pois ele acreditava que alguém se definia como poeta ou não na própria vida, não precisando escrever um poema sequer. Apesar de haver escrito poemas no início da carreira, conforme o autor poemas simbolistas, queimou-os todos, e não temos ideia de como seriam estes poemas. No entanto, textos posteriores como "Para acabar com o julgamento de Deus" (1948), metafóricos e repletos de experimentação linguística, podem muito bem se enquadrar na categoria depoesia em prosa.
Encontra-se colaboração literária da sua autoria na revista portuguesa revista Pirâmide [1] (1959-1960).

Publicações

·         Linguagem e Vida. SP: Perspectiva, 2011
·         Eu, Antonin Artaud. SP: Assirio Alvim, 2007
·         O Teatro e seu Duplo. SP: Martins Editora, 2006
·         Heliogabalo. Assírio & Alvim
Frances
·         « Tric Trac du Ciel », Paris, Simon, s.d., 1923
·         « L'Ombilic des limbes », Gallimard, NRF, Paris, 1925
·         « Le Pèse-nerfs », Leibovitz, Paris, 1925
·         « L'Art et la mort », Denoël, Paris, 1929
·         « Le Moine, de Lewis », Paris, 1931
·         « Héliogabale ou l'anarchiste couronné », Denoël & Steele, Paris, 1934
·         « Les Nouvelles révélations de l'être », Denoël, Paris, 1937
·         « Le Théâtre et son double », Gallimard, Paris, 1938
·         « D'un voyage au pays des Tarahumaras », Édiçaõ da revista Fontaine, Paris, 1945
·         « Van Gogh le suicidé de la société », K, Paris, 1947
·         « Artaud le Mômo », Bordas, Paris, 1947
·         « Ci-Gît précédé de La culture indienne », K, Paris, 1947
·         « Pour en finir avec le jugement de Dieu », K, Paris, 1948
·         « Les Cenci », in « Œuvres complètes », Gallimard, La Pléiade, 1964
·         Van Gogh, le suicidé de la société, programa de rádio, INA, André Dimanche Editeur, 1995.
·         « 50 dessins pour assassiner la magie », Gallimard, Paris, 2004
·         « Artaud Œuvres », coleção "Quarto", Gallimard, Paris, 2004
·         « Cahier d'Ivry, janeiro 1948 », fac-simile, Gallimard, Paris, 2006
As obras completas de Artaud, em francês, tem 28 tomos, editados pela Gallimard.
Documentos sonoros

·        
Veja no YoutubeLe rite du Peyot chez les Tarahumaras francês
·         Integral de Pour en finir avec le jugement de dieu, em 10 partes
·         Van Gogh, le suicidé de la société, émission radiophonique, INA, André Dimanche Éditeur, 1995.
·         Pour en finir avec le jugement de Dieu, Sub Rosa, 1995 / INA et André Dimanche Éditeur, 1995
·         Pour en finir avec le jugement de Dieu, intégralité de l'émission et remix par Marc Chalosse, Artaud Remix, préface de Marc Dachy, France Culture, collection Signature, 2001




ESTAMIRA, BEIRA DO MUNDO

Duração60 min Classificação14 anos Gênero: Drama
Temporada: 
De 31/03/2016 Até 29/05/2016


Sinopse:
Uma catadora de lixo, doente mental crônica, com uma percepção do mundo surpreendente e devastadora. A peça não só é um documentário sobre Estamira, mas também um depoimento pessoal e artístico de Dani Barros, que reconheceu na história da personagem da vida real retratada no filme de Marcos Prado parte de sua experiência pessoal. O pano de fundo da história é o lixão, porta pela qual adentramos o universo de Estamira. Lá são encontradas cartas, memórias, histórias que não conseguimos jogar fora.


"Estamira - Na Beira do Mundo" Teaser  
FICHA TÉCNICA:
Ficha Técnica 
direção E Dramaturgia: Beatriz Sayad
Atuação, Dramaturgia E Idealização: Dani Barros
Trechos De: Ana Cristina Cesar, Antonin Artaud, Estamira Gomes De Souza, Manoel De Barros,  Michel Foucault E Nuno Ramos 
Luz: Tomás Ribas
Cenário: Aurora Dos Campos  
(Colaboração: Beatriz Sayad E Dani Barros )
Figurino: Juliana Nicolay
Direção Musical: Fabiano Krieger E Lucas Marcier
Design De Som :  Andrea Zeni
Assistente De Direção: Marina Provenzzano
Preparação De Ator: Georgette Fadel
Preparação Vocal: Luciana Oliveira (Fonoaudióloga)
Voz Do Fado: Soraya Ravenle
Preparador Vocal (Soraya): Felipe Abreu
Técnico, Operador De Luz E Som, Contra Regra: Sandro Lima
Técnico E Operador De Luz: Walace Furtado
Microfonista: Allan Moniz
Boneca Getúlio Damado   
Fotos: Barbara Copque E Felipe Araújo Lima
Projeto Gráfico: Cubículo
Assessoria De Imprensa: Luciana Medeiros
Edição De Vídeo: Antonio Baines
Assistente De Cenografia: Camila Cristina
Costureira: Cleide Moreira 
Colaborou Para Esta Criação: Ana Achcar 
Direção De Produção:  Verônica Prates
Produção: Quintal Produções
Gerente De Projetos Quintal: Maitê Medeiros
Assistente De Produção Quintal: Thiago Miyamoto
Coordenação Geral Do Projeto: Dani Barros  
Realização: Momoenddas Produções Artísticas

Dias, horários e valores: 
Quinta às 21:00 - R$ 50,00 (Valor inteira) 
Sexta às 21:00 - R$ 50,00 (Valor inteira) 
Sábado às 21:00 - R$ 70,00 (Valor inteira) 
Domingo às 19:00 - R$ 70,00 (Valor inteira)

TEATRO POEIRA

Rua S João Batista , 104 

Botafogo 
Telefone: (21) 2537-8053

segunda-feira, 11 de abril de 2016

MIGUEL, O INVISÍVEL

Gêneros: Drama / Infanto-juvenil  Classificação: Infanto-juvenil Duração: 50 MinutosTemporada: De 15/04/2016 Até 30/04/2016


Sinopse:
No colégio de Miguel (14 anos), os alunos se dividem em dois grupos: "Os Maneiros“, que ditam as regras sociais; e “Os Invisíveis”, os ditos “normais” que são ignorados ou zoados quando passam percebidos. Miguel é e sempre foi normal e não tem nenhum problema com isso. Até se apaixonar por Flavinha, a aluna nova que entrou para a Colmeia, o grupo das meninas mais populares do colégio. Como Miguel, o Invisível, vai fazer para conquistar a menina? 

Peça teatral aborda temas como bullying e diversidade sociocultural Incentivar a leitura, despertar o interesse pelas artes cênicas e estimular o diálogo reflexivo acerca de temas atuais como o bullying e a diversidade sociocultural. Estes são os principais objetivos da peça "Miguel, o invisível", da escritora Tati Ingrid Adão, que entra em cartaz no Teatro Gonzaguinha, no dia 5 de março, às 18h, com apresentações toda sexta (19h) e sábado (18h) até o dia 26 de março. De forma descontraída e numa linguagem coloquial, o texto aborda questões relativas ao público infantojuvenil que são, independente de poder aquisitivo e cultura, os temas do coração, as dúvidas e descobertas do crescimento, os medos e inseguranças, ou seja, os dilemas da adolescência. 

Leitura dramatizada "Miguel, o Invisível"


Ficha Técnica:
Elenco -  Miguel Arraes (7 vezes ganhador do prêmio de melhor ator pelo curta “Todos esses dias em que fui estrangeiro”), Karize Brum(Aline, "Rebeldes"), Anna Rita Cerqueira (Flavianna de Malhação), Lucas Cotrim (Raul, de Rebeldes), Caio Lucas (Luca, de Malhação Sonhos), Victor Hugo Navega Motta (indicado a melhor ator na novela “A Vida da Gente”), Júlia Tavares (ganhadora do ídolos kids Record), Maria Vigné, Rebeca Adão, Ruann Bravo, Gabriella Barletta, Maria Clara França, Amanda Ogando e Diogo Tarré (João de Malhação).
Direção Geral - Tati Ingrid Adão
Produtores - Tati Ingrid Adão, Rômulo Vieira, Adriana Goulart e Luiza Felix 
Roteiro - Tati Ingrid Adão, Jota Vê Ribeiro e Tatá Ribeiro
Direção - Jota Vê Ribeiro e Tatá Ribeiro. 
Comunicação - Luíza Felix 
Responsável técnico - Rômulo Vieira e Miguel Bravo

Dias, horários e valores: 
Sexta às 19:30 - R$ 30,00 (Valor inteira)  
Sábado às 18:30 - R$ 30,00 (Valor inteira) 
Contato: 
(21) 3547-6740 (Rio no Teatro)

Teatro Municipal Gonzaguinha

Próximo à estação Praça Onze do Metrô 
Rua Benedito Hipólito , 125 - Centro 

Telefone: (21) 2221-7760 

BRIMAS


Gênero::Comédia  Classificação: 10 anos Duração: 70 minutos
Temporada: 
De 04/03/2016 Até 10/04/2016



Sinopse:
Duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.

"Muito feliz por ter embarcado nessa viagem, nesse projeto lindo e abençoado! Falamos dos imigrantes que deixam suas pátrias e cruzam o oceano em busca de uma nova pátria. Através do humor vamos falar dessas travessias.” Luiz Antônio Rocha

A peça teatral Brimas vivida pelas atrizes e autoras Beth Zalcman e Simone Kalil, estreou em novembro de 2015, recebendo indicação ao Prêmio Shell na categoria Melhor Texto. Reestreando em janeiro de 2016, recebeu a crítica de Rodrigo Monteiro “Brimas dá a 2016 um ótimo início de temporada teatral carioca.” Ele acertou na previsão. A aceitação e identidade com a plateia foi imediata, obtendo sucesso de público com sessões esgotadas.   

Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. Brimas é falar da possibilidade de encontros, de paz, independente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância.

“A força dessas matriarcas, nossas avós, representando tantos outros imigrantes, tantas outras avós, tantas outras mulheres. Essa peça fala do oriente médio e fala do Brasil. Na verdade, Brimas fala de tudo aquilo que diz respeito ao que há de mais humano em nós: o amor, a saudade, a família, a fé e a alegria.” Emociona-se Simone Kalil, atriz e autora.

“Um espetáculo resgatador de almas.” Assisti  a um espetáculo de essência, feito com a alma, pra quem gosta de ver ator em cena brincando de verdade. As estórias que Beth Zalcman e Simone Kalil contam em BRIMAS poderiam ser outras até, mas o que elas – as estórias e as atrizes - provocam no público faz com que cada um se lembre de quem realmente é. Risos, lágrimas e alterações de batimento cardíaco renovadores, cumprindo assim a principal utopia do teatro. Tornar as pessoas melhores. Simplicidade desconcertante, tanto que o diretor Luiz Antônio Rocha entendeu que não precisava mais do que criar boas condições para esse encontro com o público.” -  Júlio Adrião

"BRIMAS é uma pérola, um tesouro que está sendo revelado no Teatro. Nesse momento de intolerância religiosa no Brasil, e com a questão da imigração novamente em pauta, devido à guerra na Síria, e em outros países, a peça nos faz recordar, com emoção, que o que nos une é ainda maior do que o que nos separa. A amizade é uma realidade humana que nos faz sobreviver". - Clarice Niskier

Indicada ao Prêmio Shell de teatro por melhor texto, a montagem dirigida por Luiz Antônio Rocha é baseada em histórias reais de duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, que revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade das famílias e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.

Ester (Beth Zalcman) e Marion (Simone Kalil), uma judia e outra católica maronita são duas mulheres vindas do Egito e do Líbano respectivamente, que chegam ao Rio de Janeiro no início do século XX. Inspiradas em suas avós, as atrizes trazem para o palco lembranças familiares, que, mesmo sendo de religiões diferentes, são similares quando tangem o idioma, hábitos e costumes.

A plateia é recebida pelas Brimas assim que chega ao teatro. Elas servem quibes durante um velório e conversam com as pessoas. A comida acaba e as duas matriarcas se empenham em fazer mais tabuleiros de quibe. O público vai descobrindo a cultura do oriente médio e a coragem dessas matriarcas, amigas inseparáveis, apaixonadas pela vida.

A peça fala sobre o amor a terra em que se nasce, orgulho de pertencer à pátria brasileira que as acolheu como filhas,  a travessia, o ir sempre em frente, a esperança, a memória do que ficou para trás, a saudade e a expectativa da alegria de dias melhores. Esses ingredientes representam a saga de muitos imigrantes

"Brimas" - Teaser


Ficha Técnica:
Texto e atuação: Beth Zalcman e Simone Kalil
Direção: Luiz Antônio Rocha
Assistente de direção: Valéria Alencar
Cenário: Toninho Lôbo
Figurino: Claudia Goldbach
Programação visual: Davi Palmeira
Preparação de elenco: Beth Zalcman
Programação visual: Davi Palmeira
Assessoria de imprensa: Minas de ideias
Elaboração de projeto: Jenny Mezzencio
Produção executiva: Lívia Ataíde
Direção de produção: Beth Zalcman, Simone Kalil e Sandro Rabello
Realização: Mabruk Produções e Diga Sim Produções


Dias, horários e valores: 

Sexta às 21:30 - R$ 60,00 (Valor inteira)  
Sábado às 21:30 - R$ 70,00 (Valor inteira)  
Domingo às 20:00 - R$ 70,00 (Valor inteira) 

Contato: 
(21) 2267-7295

Teatro Fashion Mall








Estrada da Gávea, 899 LJ. 213 - São Conrado - Rio de Janeiro/RJ
(21) 2422-9800